Dieta Vegetariana Não é Sinônimo De Saúde, Declaram Estudos

Dieta Vegetariana Não é Sinônimo De Saúde, Demonstram Estudos


Não se necessita discutir com quem adota uma dieta vegetariana ou vegana por motivos de saúde, religiosos, ambientais ou éticos. Todavia, precisa-se protestar com veemência contra quem faz proselitismo distorcendo a ciência ou os conselhos dietéticos ofertados aos mais de noventa por cento da população que preferem ingerir alimentos animais. Tal é o caso do documentário há pouco tempo lançado na Netflix chamado "What the Health", que imensas pessoas bem-intencionadas e conscientes em conexão à saúde vêm recomendando. Apesar de a obra possa ter objetivos elogiáveis, ouvir dados científicos errados confunde as dúvidas. Nada disso significa suporte ao tratamento desumano de animais em fazendas nem ao menos a poluição infundada do lugar com rejeitos animais, e pesticidas e antibióticos mal utilizados. Pensando em saúde, um vegano poderá ser tão pouco saudável comendo vegetais escolhidos de modo errada quanto um onívoro que quase só come hambúrgueres e frango frito.


Uma dieta vegana recheada de grãos refinados, como arroz branco e pão, sucos e bebidas adoçadas, biscoitos, batatinhas e bolachas de água e sal, e sorvete sem leite estão distante de ser uma refeição saudável. Diretrizes dietéticas atuais agora recomendam que todos deveriam adotar uma nutrição à base de plantas, rica em alimentos oriundos do solo associados a fontes de proteína animal com pouca gordura ou combinações de feijões e grãos. Porém, também por este caso, uma seleção descuidada de comida e bebida pode resultar em uma dieta insalubre à base de vegetais. Um grande estudo publicado recentemente no "Journal of the American College of Cardiology" exemplifica isso.


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Criado por uma equipe de cientistas da Escola Harvard, nos Estados unidos, a pesquisa examinou, entre mais de 200 1 mil profissionais da saúde, as relações entre dietas baseadas em plantas de imensas qualidades e o risco de criar doença coronária. Iniciando o estudo sem doenças crônicas, os participantes foram acompanhados por mais de duas décadas, enviando o modelo dietético aos pesquisadores a cada dois anos. Cada uma das dietas poderia acrescentar várias quantidades de produtos animais. Quanto maior fosse a adesão dos participantes a dietas saudáveis à base de plantas, pequeno era a probabilidade de desenvolvimento de doenças cardíacas durante a realização do estudo.


Quem manteve uma dieta menos saudável à apoio de plantas, apresentou, em média, uma expectativa 32% superior de ganhar um diagnóstico de doença cardíaca. Liderada por Ambika Satija, do departamento de nutrição, a equipe concluiu que "nem sequer todos os alimentos à apoio de plantas são obrigatoriamente benéficos à saúde". Em algumas frases, não é preciso tornar-se exclusivamente vegetariano pra salvar o coração. Restringir a dependência de alimentos animais e principalmente impedir os ricos em gordura agora socorro. Na realidade, os pesquisadores concluíram que "uma dieta que enfatizou alimentos animais e vegetais saudáveis" estava ligada a um traço coronariano levemente mais alto do que no caso de uma dieta saudável totalmente à apoio de plantas. Por outro lado, de acordo com o estudo, exagerar em "alimentos vegetais menos saudáveis" e comidas animais menos saudáveis, como carnes processadas e vermelha, aumentou de forma significativa o traço de construir doença cardíaca.


Conforme observaram os cientistas, as descobertas de Harvard corroboram o recém-anunciado documento Diretrizes Dietéticas para os Americanos, o qual pede que as pessoas consumam grandes quantidades de "alimentos vegetais de alta qualidade". Ainda de acordo com eles, a dieta recomendada "assim como seria sustentável em termos ambientais", uma vez que sistemas alimentares à base de plantas requerem menos recursos do que os animais. Em vista disso, quanto mais plantas e menos animais se comer, pequeno será sua pegada de carbono e sua ajuda pro desgosto animal. Mas, pra ser de fato benéfica, a planta deve ser rica em nutrientes.


Apesar de a maioria dos americanos dependa de alimentos animais pra adquirir proteína, ter proteína de peculiaridade não é trabalhoso com uma dieta vegetariana que inclua laticínios e ovos. Quem agrega peixe à dieta recebe um bônus de ácidos graxos ômega-três, além de proteína de alta característica de peixes e mariscos. Quem resolve uma dieta vegana estrita enfrenta um desafio maior já que a proteína em plantas não é completa e tem que ser equilibrada pelo consumo de referências complementares, como feijões e grãos. Os veganos também devem suplementar a dieta com vitamina B12.



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Isso faz com que a pessoa passe a controlar melhor o número total de calorias ao encerramento de um dia, esforçando-se pra que essas não ultrapassem um limite pré-instituído. A pesquisa ilustrou mesmo quando as mulheres que afirmaram “pular” refeições ou alimentar-se em horários aleatórios acabaram perdendo em média três,6kg menos que as além da conta. Ingerir a toda a hora nos mesmos horários, destacam os pesquisadores, condiciona o corpo a trabalhar de acordo com esses horários, o que significa que ele não vai economizar calorias com intenção de conservar o excelente desenvolvimento de suas funções. As voluntárias que comiam em restaurantes no mínimo uma vez por semana também perderam menos peso. Em média dois,2kg a menos que as que comiam apenas em moradia, principalmente no horário de almoço.



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